Nós devemos celebrar o Natal?

Nós devemos celebrar o Natal?

Você já se perguntou alguma vez qual o sentido de comemorar o Natal no dis 25 de Dezembro e porque dos elementos usados nessa data tão esperada por muitos?
Abaixo quero compartilhar uma reflexão muito interessante do Pastor Aluízio A. Silva da Videira Igreja em Células.

Por: Pr. Aluízio A. Silva

Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs

• Jesus nasceu em 25 de dezembro?

Quando Jesus nasceu, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo e guardavam seu rebanho durante as vigílias da noite (Lc 2.28). Isso jamais pode acontecer na Judéia durante o mês de dezembro, pois os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e os abrigavam para protegê-los dos inverno que se aproximava. A própria Bíblia prova, em Cantares 2.11 que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frias noites no campo.

• Como esta festa se introduziu nas igrejas?

A data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol no dia mais curto do ano no Hemisfério Norte. As festividades pagãs de Satunália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente protestaram conta a frivolidade com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristão da Mesopotâmia acusavam seus irmão ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã esta festividade pagã. O mundo romano havia sido pagão. Porém, com a vinda do imperador Constantino no século IV, que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e novos adeptos somaram a centenas de milhares. Constantino levou aqueles pagãos do século IV a adaptarem sua festa do sia 25 de dezembro, dando-lhe o título de dia do natal do filho de Deus. assim foi que o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental. Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome.

• Qual a verdadeira origem do Natal?

O Natal é uma das principais tradições do sistema religioso chamado Babilônia, fundado por Ninrode, neto de Cam, filho de Noé. Ninrode foi poderoso caçador contra Deus (Gn 10.3). Para combater a ordem de espalhar-se, criou a instituição de ajuntamentos; construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar os céus, fama eterna, adoração aos astros); fundou Nínive e muitas outras cidades. A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas e de todos os matizes de idolatria e ocultismo. Ninrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Ninrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Ninrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal. A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram, o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Seu morte (1 Co 11.24-26; Jo 13.14-17).

• É um costume pagão a árvore de Natal, a guirlanda, vela e Papai Noel?

A guirlanda (coroa verde adornada com fitas e bola coloridas) é de origem pagã. Ela remonta aos costumes pagãos de adorar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do atual Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era cristã. Também as velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois eram acesas ao ocaso para reanimar o deus sol quando este se extinguia para dar lugar à noite. Papai Noel é uma lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século V. São Nicolau era um bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro, que, segundo a lenda, presenteava ocultamente três filhas de um homem pobre. Assim deu-se origem ao costume de dar presentes em secretos na véspera do dia de São Nicolau. (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o Dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau. Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, na realidade, não é costume cristão, mas pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído.

• O que a Bíblia diz sobre a árvore de Natal?

As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria (Os 4.13; Dt 16.21). Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro, símbolo natalino, possui a mesma conotação.

• É bíblica a troca de presentes?

O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo. Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra. Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presente para os seus próprios amigos? Omitiria a pessoa a quem deveria honrar? Não parece absurdo desse ponto de vista? Contudo, é precisamente isso o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasce, gastando muito dinheiro em presentes pra parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristão confessos se esquecem de dar o que deveriam a Cristo e à Sua obra na mês de dezembro. Aparentemente, as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra (Mt 2.1,11).

• Por que os magos levaram presentes para Cristo?

Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou meses depois do Seu nascimento (Mt 2.16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria. Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo. Procederam de acordo com um antigo costume oriental que consistia em levar presente ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Reis dos judeus, assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado. O costume de trocas de presente de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.

• Um “Natal corrigidamente cristão” podeira realmente honrar a Cristo?

Há pessoas que insistem que, apesar de as raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, mas para honrarem a Jesus Cristo. Mas Deus nos disse claramente que não aceitará esse tipo de adoração. Ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele, mas aos falsos deuses pagãos. Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs! (Dt 12.30,31; Jr 10.2,3).

• Estamos na Babilônia sem saber?

Quem pode deixar de ver o comercialismo, idolatria e contemporização por trás do Natal? E o que diz Deus? Devemos adaptar e corrigir o erro? Ou devemos praticar tolerância zero, separação total? “Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas” (Ap 18.4).

• A Bíblia mostra quando Jesus nasceu?

Jesus Cristo nasceu na Festa dos Tabernáculos que acontecia a cada ano, no fim do sétimo mês do calendário judaico, que corresponde (mais ou menos,pois o calendário deles é lunar-solar, o nosso é solar) ao mês de setembro do nosso calendário. A Festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus como memorial para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no Tabernáculo, no meio do Seu povo (Lv 23.39-44; Ne 8.13-18).

(Pr. Aluízio A. Silva – Pastor Presidente da Videira – Igreja em Células)

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