12 Quebra-gelos para sua célula


Continuando nossa série de quebra gelos, temos 12 para fazer na sua célula ou grupo pequeno, confira e claro, deixe seu comentário!

Varrendo o que é ruim

Pegue uma vassoura e fale para cada um “varrer” da sua vida coisas que não agradam a Deus e que não querem mais.

Neste quebra-gelo, temos a oportunidade de conhecer o coração uns dos outros para que possamos orar mais tarde; também é um período de alegria, pois sempre há alguém que “varre” de forma engraçada ou diferente!

Aprendendo a descansar em Deus

Peça antecipadamente aos membros da Célula que tragam uma caixa de presente bem bonita. Isto já causa a maior expectativa. No dia da reunião, cada um estará com sua caixa de presente vazia. Então o líder pede que cada um escreva numa tira de papel aquilo que lhe é mais precioso na vida.

Depois de escrever, devem dobrar o papel e colocá-lo na caixa de presente. O líder então incentiva que cada um entregue a Deus, em orações, a caixa de presente com aquilo que lhe é mais precioso.

Enxergando o que é bom

O que você vai precisar?

a) 1 folha de papel
b) 1 copo com água pela metade

1. Distribua a folha de papel com um pontinho preto no meio para cada um dos participantes e peça que olhem para a folha por uns dois minutos. Então pergunte o que viram – certamente dirão que viram o pontinho preto.

2. Recolha os papéis e dê o copo com água pela metade para cada um. Peça que olhem para o copo por uns dois minutos também. Depois pergunte se o copo está meio cheio ou meio vazio – certamente dirão que está meio vazio.

3. Depois de recolher os copos, fale sobre a necessidade de tirarmos os olhos do problema – pontinho preto – e olharmos para as soluções ao nosso redor, representado por todo o restante da folha em branco, deixando de ser negativista – o copo meio vazio – e passando a ser mais otimista – representado pelo copo meio cheio.

Devemos levá-los a crer e a confiar em Deus, ainda que as circunstâncias sejam difíceis.

Olhando para si próprio

1. Pegue uma caixa de sapato e coloque um espelho dentro dele, sem que os participantes percebam.

2. Peça que cada um se levante, vá até a caixa e diga o que está vendo, o que consegue visualizar ao olhar para si mesmo.

É um momento muito propício para que cada um abra o coração.
É a oportunidade de se falar sobre identidade.
Quem é você?

Amar ao próximo com a si mesmo

O que você vai precisar?

a) papel em branco
b) caneta ou lápis

1. Peça que cada um escreva seu nome e de um animal que gostaria de ver o irmão da sua direita imitar. Diga que a imitação é obrigatória.

2. Depois de receber a folha preenchida, o líder informa que não é o irmão da direita quem vai fazer a imitação solicitada e sim ele próprio.

O mais interessante neste tipo de quebra-gelo é que cada um pede uma imitação bem difícil ou que coloque o irmão em uma situação difícil, mas no final quem fica em uma situação difícil é aquele que pediu.

O líder aproveita a oportunidade para enfatizar que não devemos desejar o mal aos outros nem fazer aos outros o que não gostaríamos que fizessem conosco.

Rótulos do mundo

1. Escreva, em tiras de papel, qualidades ruins: sem graça, feio, preguiçoso, por exemplo, e leve pronto para a Célula.

2. Peça que os participantes fechem os olhos. A seguir, cole na testa deles uma qualidade ruim, lembrando que devem permanecer de olhos fechados.

3. Depois que você terminar, peça que abram os olhos e não digam ao outro o que está escrito na testa. Instrua-os a conversarem conforme o que está escrito na testa do outro, mas sem dizer o que é.

4. Pergunte-lhes o que acha que está carregando na testa; em seguida, peça-lhes para tirar o papel da testa e ler.

5. Explique que é assim que o ser humano age: coloca rótulos na nossa “testa”, mas Deus nos olha com um olhar de amor, olha para o nosso coração e nos ama. Devemos fazer o mesmo, olhar para as pessoas com amor.

Enfatize que essas qualidades ruins são mentiras do diabo. Você também pode escrever as qualidades boas, como por exemplo: ex- burra: inteligente; ex- inútil: capaz etc.

Indiferença

1. Distribua uma folha de papel e uma caixa de giz de cera para cada participante.

2. Peça que façam um desenho: escolha o tema e atribua o tempo de quinze minutos. Todos irão desenhar o melhor que puderem. Vão caprichar e tentar fazer o desenho mais perfeito da face da terra, superando o do colega.

3. Ao final do tempo estipulado, simplesmente mande cada um amassar e jogar fora a sua obra-prima.

Observação: Você poderá ser massacrado, pois todos vão ficar atônitos, incapazes de aceitar o fato de terem de se desfazer de algo no qual colocaram todo o seu empenho. Mas não é assim que fazemos quando não damos a atenção devida ao cliente? Aos colegas? Aos nossos filhos, quando tentam nos mostrar algo e ficamos impassíveis? Como podemos cobrar algo que nós mesmos não damos?

A palavra-chave

Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos. Pode-se trabalhar em equipes.

Material: oito cartões por equipe, cada um contendo uma palavra: amizade, liberdade, diálogo, justiça, verdade, companheirismo, bravura, ideal etc.

Os cartões são colocados em um envelope.

Desenvolvimento: O líder organiza as equipes, entrega o material e explica a maneira de executar a dinâmica.

1. As pessoas retiram um dos cartões do envelope; cada qual fala sobre o significado que atribui à palavra.

2. A seguir, a equipe escolhe uma das palavras e prepara uma frase alusiva.

3. A frente, começa-se pela apresentação de cada equipe, dizendo o nome dos integrantes e, em seguida, a frase alusiva à palavra escolhida.

Avaliação: Para que serviu o exercício? – Como estamos nos sentindo?

Encontro de grupos

Participantes: dois grupos com não mais de 15 pessoas.

Material: folhas grandes de cartolina

Descrição: o líder forma dois subgrupos. Cada um deverá responder, numa das folhas de cartolina:

1. Como nosso grupo vê o outro grupo?

2. Como nosso grupo pensa que é visto pelo outro grupo?

3. Após um período, reúne-se todo o grupo e o representante de cada subgrupo deverá expor sua conclusão.

Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo.
após, forma-se o grande grupo para apresentar as defesas.

Rolo de barbante

Objetivo: Esta dinâmica pode ser feita visando atingir as necessidades de cada grupo; o coordenador define o melhor objetivo para eles.

Material: Um rolo de barbante

Desenvolvimento:

1. Coloque os participantes organizados em círculo: sentados ou em pé.

2. O primeiro participante deve, segurando a ponta do barbante, jogar o rolo para alguém que escolher e deve dizer o porquê da sua escolha. Antes, o coordenador estipula o critério a ser obedecido: você deve jogar o rolo para alguém de quem gosta mais, a quem gostaria de conhecer melhor, a quem admira, a quem gostaria de dizer algo, para alguém que tem determinada qualidade etc. e justifique o porquê. A pessoa agarra o rolo, segura o barbante e joga para a próxima. Ao final torna-se uma grande “teia”. Esta dinâmica pode ser feita com diversos objetivos pode ser utilizada também em festas e eventos como Natal e Ano Novo.

Ex: cada pessoa que joga o rolo de barbante faz um agradecimento e externa um desejo. Pode ser utilizado também o modelo da Dinâmica do Presente.

Ajuda mútua

Objetivo: estimular o trabalho em equipe.

Materiais: Uma bandeja contendo balas de acordo com o número de participantes.

Desenvolvimento:

1. Formando um círculo, diga aos participantes: ‘Vocês terão de chupar a bala sem usar as mãos. Os participantes ficam loucos pensando como fazer isso; é interessante colocar a bandeja no chão. Alguns participantes até pegam a bala com a boca e tentam desembrulhá-la na boca.

2. Espera-se que eles se ajudem: um participante pega a bala com as mãos, desembrulha e coloca na boca do outro. Muito divertida esta dinâmica!

A língua dos sinais

Escreva as frases abaixo em tiras de papel. Peça a alguns participantes que escolham uma tira e, por meio de gestos, “digam” o que está escrito no papel.

Após cada apresentação, o grupo tenta adivinhar o que foi “dito”:

a) Cai fora!
b) Eu te amo.
c) Você poderia me ajudar, por favor?
d) Eu não estou entendendo.
e) Por que você fez isto?
f) Eu não acredito.
g) Não foi culpa minha.
h) Que chulé você tem!
i) Estou com medo.
j) Não pegue isto.
l)Vai me deixar só?
m) Chame a polícia.

Incremente o exercício fazendo com que os participantes dialoguem por meio de gestos. Podem usar essas frases ou criar outras.

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