Filhos Espirituais


(Mateus: 1.18-25 e 2)

… lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles

Temos o relato do nascimento do nosso Senhor Jesus Cristo nestes dois primeiros capítulos do evangelho de Mateus, mas gostaria de me atentar ao seu Pai natural: (Representado por: José).

Quantos de nós já alcançamos vidas para somar no Reino de Deus e por muitas vezes não sabemos como firmá-las na igreja?

Analisando o texto, conseguimos visualizar 3 pontos que fez José ser um dos “Coadjuvantes Principais” nesta que é a maior historia conhecida pela humanidade:

  • Primeiro Ponto: É que José recebeu um Filho Espiritual de Deus

Parece meio irônico, não é verdade? Jesus nasceu do Espirito Santo e começamos a dizer que José recebeu um “Filho Espiritual”, mas como falar sobre filhos Espirituais, se não citarmos o próprio Salvador de nossas vidas como maior exemplo?!

Quem entregou o Filho Espiritual á José foi o próprio Deus, não por força humana, mas pelo Espírito Santo, em nossa vida cotidiana com o Cristianismo, não é diferente, oramos, buscamos á Deus e Ele acrescenta tudo para nós (Mateus: 6. 33); quando pedimos Filhos Espirituais, Deus providência á todo instante aquilo que pedimos.

  • Segundo Ponto: José estava á todo momento Sensível á Deus.

Veja que a todo instante José era direcionado por Deus, em tudo o que ele fazia ele tinha dependência de Deus, a vida do seu Filho (Jesus) dependia da sensibilidade que José tinha com Deus, pois se em algum momento ele não ouvisse a Deus, poderia arcar com a morte de seu Filho (antes do tempo determinado), quantos de nós, vivemos sem ter a sensibilidade de direcionar os nossos Filhos Espirituais?! Fazemos o que achamos que é o certo, e nos esquecemos de escutar o que Deus quer fazer pelos nossos filhos espirituais, temos que pedir uma direção de Deus para guiar a cada filho.

Sejamos sensíveis á todo momento e preocupados com aqueles que Deus tem nos entregado.

  • Terceiro Ponto: Nossos Filhos são para fazer coisas maiores.

Algo interessante é que Maria e José, “perderam” Jesus (Como eles conseguiram fazer isso? Era “Jesus”… haha – Lucas: 2. 49), o mais interessante neste caso é que Jesus sabia, que o mais importante era fazer o que o seu Pai espiritual tinha lhe pedido para fazer (“Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios do meu Pai?”).

Jesus tinha a certeza mesmo na adolescência, de que Deus tinha o chamado para fazer a Sua obra, nós precisamos passar aos nossos Filhos Espirituais, que eles chegaram a lugares aonde nós ainda não chegamos, mas para que isso ocorra, os Pais espirituais precisam cuidar e zelar por seus Filhos.

” E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça para com Deus e os homens”

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