Ter Sensibilidade


Mateus: 12. 14-15

14 Os fariseus, tendo saído, formaram conselho contra ele, para o matarem. 15 Jesus, sabendo isso, retirou-se dali….

Nesta passagem o que admiro em Jesus na sua caminhada, é a forma com que Ele sempre viu as coisas acontecerem, antes que de fato acontecessem… Em todo tempo Ele tinha a sensibilidade de ouvir o Espírito Santo, isso dava á Ele uma sensibilidade de descobrir pensamentos, “saber o que falavam dele, mesmo Jesus estando longe deles”.

Ele nos disse que teríamos o mesmo Espirito que Ele, e que esse Espirito seria derramado em nós e habitaria em nós (Romanos: 8.11E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita.). Mas por que muitas vezes (senão dizer na maioria das vezes), não sabemos nem o que nós mesmos pensamos e queremos? Quem dirá o que se passa com os outros..(?)

Acredito que o único “segredo” de Jesus era a intimidade e dependência de Deus Pai, em tudo o que Ele fazia, não somente na hora de curar as pessoas, pedir uma direção à Deus para determinada situação, mas até mesmo quando Ele estava “de boa”, “na dele”.

Veja:

(Capítulo 13 de Mateus começa dizendo que Jesus estava sentado junto ao mar (Acredito que poderia estar “descansando”) e de sorte que achou um barco – diz no capítulo – por que uma multidão se aproximou e então Jesus começou a falar em parábolas). Nesta situação Jesus não estava se preparando para pregar, ensinar ou algo semelhante, mas porque Ele tinha intimidade com Deus, Ele não foi pego desprevenido, pois estava sempre em sincronia com o Espirito Santo.

“A dependência do Espirito Santo gera uma intimidade tão grande com Deus, que o Espírito Santo como nosso guia nos mostra tudo o que esta ao nosso redor e ao nosso derredor.”

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